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Narcotraficante baleado e preso pela Polícia Civil morre em hospital da capital


O traficante internacional de drogas Ariovaldo Bopsin da Silva, de 44 anos, conhecido como Mulita, morreu na manhã desta segunda-feira, dia 25, em um hospital de Porto Alegre. O narcotraficante havia sido baleado e preso no último dia 31 de maio em uma ação da Delegacia Especializada em Furtos, Roubos, Entorpecentes e Capturas, Defrec de Caxias do Sul, durante uma operação em São Marcos.

Oficialmente a causa da morte ainda não divulgada, porém uma embolia pulmonar teria provocado o óbito de Mulita, após complicações pós-cirúrgicas.

Bopsin era um velho conhecido da polícia e já foi denunciado pelo Ministério Público em 2011 por ser chefe de um esquema de distribuição de drogas que envolvia mais de 60 pessoas de 16 grupos diferentes em Caxias do Sul.

Conforme a Polícia Civil, ao ser localizado na ação em São Marcos, o foragido sacou a pistola que portava, uma Glock .9mm. Os policiais reagiram e acertaram Silva, que recebeu atendimento médico e foi autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Depois disso, foi atendido no Hospital São João Bosco e transferido para Caxias e Porto Alegre, onde estava internado.

Em 2016, Ariovaldo foi um dos detentos que fugiu da Penitenciária Industrial de Caxias do Sul utilizando uma corda improvisada para escalar o muro do presídio. À época, a ação foi filmada por outro detento. No mesmo ano, ele foi preso pela Polícia Federal em Santa Catarina, Estado em que estava praticando diversos assaltos, a fim de obter dinheiro para a compra de drogas no país vizinho (Paraguai) e posterior abastecimento na Serra Gaúcha. Na época, Mulita e seu grupo tiveram diversos bens oriundos do tráfico sequestrados: três casas em Caxias do Sul – RS, além de três apartamentos e uma casa em Florianópolis – SC.

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